Esta publicação, permita-me esclarecer desde já, não se reveste de qualquer significado digno de nota; ao contrário, constitui-se tão somente de um amontoado indulgente de verborragia ociosa, que emerge do mais absoluto nada com a mesma solenidade com que a ele retorna. Em verdade, confesso, movem-me aqui apenas caprichos jocosos, inspirados pela observação fortuita de outrem que, em francês (ou em algo que ousava imitar tal idioma), entregou-se a semelhante exercício de futilidade. Eis, portanto, a razão deste imponente paredão textual que ora se impõe à sua vista. Pergunto-me, não sem um traço de desdém curioso: haverá entre vós quem se disponha a traduzir esta… merda? Caso a resposta seja afirmativa, antecipo, com a devida condescendência, minhas mais sinceras condolências


I forgive you, there was no way you could have known…
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